Essa pergunta é comum para muitos. O discurso pela valorização da formação continuada ou complementar é corrente tanto para estudantes, quanto para profissionais já formados e empregados. Os motivos podem ser muitos, como uma possível remuneração melhor, aprender novas técnicas (a chamada "reciclagem" ou atualização), continuar os estudos...
O que não percebemos é que, como seres humanos, estamos suscetíveis à aprendizagem contínua, querendo ou não, há sempre algo para ser aprendido, sistematicamente ou assistematicamente, por meio de estudos ou pela simples interação.
No entanto, valorizemos a formação complementar ou continuada tão comum aos estudantes universitários, profissionalizantes, etc...
A formação continuada são atividades complemetares, ou extracurriculares, que são cumpridas ao longo do curso ou até mesmo, do tempo de trabalho (já que muitas empresas investem em programas de aperfeiçoamento e atualização, além dos próprios treinamentos). São importantes porque informam, permitem a troca de saberes entre as pessoas envolvidas como participantes e/ou ouvintes em eventos e permitem o aprofundamento e produção de conhecimento em determinada área ou assunto.
Para os estudantes é imprescindível assistir a tais eventos para que inseriram-se no meio acadêmico, científico, profissional; para o profissional é oportuno participar de eventos, cursos e programas de aperfeiçoamento e atualização a fim de que produza novas práticas profissionais, ou aperfeiçoe suas práticas correntes. A participação implica na atualização profissional e produção de saberes e conhecimentos relevantes, tanto sistemáticos quanto assistemáticos.