sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Formação continuada/complementar

Você já pensou em fazer um cursinho, uma especialização?

Essa pergunta é comum para muitos. O discurso pela valorização da formação continuada ou complementar é corrente tanto para estudantes, quanto para profissionais já formados e empregados. Os motivos podem ser muitos, como uma possível remuneração melhor, aprender novas técnicas (a chamada "reciclagem" ou atualização), continuar os estudos...

O que não percebemos é que, como seres humanos, estamos suscetíveis à aprendizagem contínua, querendo ou não, há sempre algo para ser aprendido, sistematicamente ou assistematicamente, por meio de estudos ou pela simples interação.

No entanto, valorizemos a formação complementar ou continuada tão comum aos estudantes universitários, profissionalizantes, etc... 

A formação continuada são atividades complemetares, ou extracurriculares, que são cumpridas ao longo do curso ou até mesmo, do tempo de trabalho (já que muitas empresas investem em programas de aperfeiçoamento e atualização, além dos próprios treinamentos).  São importantes porque informam, permitem a troca de saberes entre as pessoas envolvidas como participantes e/ou ouvintes em eventos e permitem o aprofundamento e produção de conhecimento em determinada área ou assunto. 

Para os estudantes é imprescindível assistir a tais eventos para que inseriram-se no meio acadêmico, científico, profissional; para o profissional é oportuno participar de eventos, cursos e programas de aperfeiçoamento e atualização a fim de que produza novas práticas profissionais, ou aperfeiçoe suas práticas correntes. A participação implica na atualização profissional e produção de saberes e conhecimentos relevantes, tanto sistemáticos quanto assistemáticos.

sábado, 31 de julho de 2010

Síndrome de Burnout

Embora o blog fale de aprendizagem permeada por interação, é preciso ressaltar que, se o professor que atua como orientador e é parte dessa interação, não estiver bem de saúde, seu trabalho ficará comprometido... Destaco aqui então a Síndrome de Burnout, que acontece em profissionais que lidam com o público.

O que é a Síndrome de Burnout?

É resultado do estresse cronificado, as dimensões da síndrome são: despersonalização, exaustão emocional e (problemas no) envolvimento pessoal no trabalho.

Como sintomas, há o desagaste físico, psicológico, emocional e problemas com a sociabilidade, havendo irritação, dores generalizadas (como dor nas costas, pescoço), transtornos no sono, no aparelho digestivo, isolamento social, depressão, irritabilidade, ansiedade, sensação de inutilidade quanto ao trabalho, etc...

A síndrome atinge muitos professores e se caracteriza por doze estágios. Esta pode ser motivo de muitos professores desmotivados com a profissão, dos abandonos temporários, acomodações e exonerações. No entanto, para não generalizar a ponto de nomear "Burnout" todos os problemas da escola, é preciso que a síndrome seja diagnosticada por um médico e/ou psicoterapeuta, através de entrevistas de anamnese e inventários de Burnout, que são testes que podem ser feitos como um pré-diagnóstico quanto ao bem-estar do profissional. São perguntas que tem a ver com a rotina, a fim de que se identifique a frequência de possíveis sintomas.
Dependendo do nível da síndrome, o tratamento pode exigir o uso de remédios como anti-depressivos, além de, dependendo das condições físicas e psicológicas, haverem outros procedimentos, como acompanhamento médico e terapêutico (o que inclui também acompanhamento psicológico).

No entanto, é preciso remediar antes que a síndrome de fato, aconteça.

Como se prevenir:

1) Fazer exercícios físicos regulares, para amenizar o estresse do dia-a-dia.

2) Organizar seus horários e manter atividades prioritárias em primeiro plano.

3) Manter relacionamentos bons, havendo a liberação do hormônio da amizade, a ocitocina, que combate o estresse.

4) Não confundir competência com competição.Foque no seu trabalho, não compare seu trabalho ao de outro.

5) Mude o estilo de vida buscando o equilíbrio alimentar, social, profissional e pessoal.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Interação com propósito

Proibido utilizar interação sem propósito!!!

O professor deve montar seu plano com atividades interativas que despertem no aluno o interesse pela participação, pelo conhecimento, pela investigação, pelo seu aprimoramento como pessoa, aluno e cidadão, podemos dizer até futuro profissional, isso em todos os níveis de ensino.

Mas a utilidade de atividades diversificadas deve estar entrelaçada aos objetivos daquele nível horizontal e vertical de ensino.

Jogos em sala - Jogo com propósito? Sim! Utilize jogos para tornar o assunto mais interessante; mostre aos seus alunos que a teoria vista em sala também tem aplicabilidade no cotidiano. 

* Competição??  Se a turma tiver alunos com menos de oito anos de idade, sugiro que não realize competições em que haja alguém que perca e alguém que ganhe, porque as crianças até os sete anos de idade vivem uma fase egocêntrica, e a competitividade pode gerar, consequentemente, problemas de convivência. Comece trabalhando com jogos cooperativos para que cada aluno perceba-se parte do (mesmo) grupo, para que depois esse tipo de dinâmica deve ser introduzida aos poucos.

Trabalhos em grupo e individuais - A produção leva à autonomia, é o reflexo de que houve entendimento por parte do aluno e que, este, conseguiu além de assimilar, criar algo a partir do que foi apreendido. O trabalho em grupo deve ser uma oportunidade para que haja produção mediada e construída a partir de diferentes pontos de vista e o individual como uma produção para o aluno expressar sua criatividade, expressão e conhecimento.

Mediação - Em atividades que requerem espaço é preciso combinar o que será feito, para que a turma não se disperse (ainda mais se forem alunos pequenos). Já nas atividades expressivas, verbalmente, deve-se combinar sobre o tempo que cada um tem pra falar, que deve-se respeitar a opinião tal como o tempo de cada participante.

A questão da realidade do aluno - não se prenda somente à realidade do aluno, achando que vai tornar o ensino "mais fácil". Não, inicialmente comece pela realidade de seus alunos até por uma questão de identificação topológica, mas depois, parta para outras realidades, apresente culturas e histórias diferentes. Parta do local para o global, assim como do simples para o complexo. 

Visão Global do mundo e do conhecimento

Permita que seu aluno adquira uma visão ampliada e global, que ele consiga relacionar e comparar, sem atribuir juízos de valor quanto ao que é melhor e pior (lembre que cultura é diversidadem e não é classificatória como melhor ou pior), respeitando a cultura e diversidade.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Interagindo com Literatura - Parte 4 (e Final)

Passo 04: APRESENTAÇÃO E AVALIAÇÃO

Quando seus alunos estiverem finalizando seus trabalhos ou atividades, é necessário que haja alguns cuidados quanto à apresentação destes:

  1. Motive seu aluno a pesquisar, se preciso. E claro, sempre participar.
  2. Mostre que ele deve expressar suas opiniões e que há pontos de vistas, e não a classificação do que é certo ou errado (principalmente em debates ou Philips 66).
  3. Incentive a solidariedade e o respeito entre os alunos, faça com que trabalhem em grupo e percebam a importância disso. Caso a turma não esteja acostumada a trabalhar em conjunto, comece a trabalhar com duplas como apoio, depois trios, até que estejam acostumados a produzir juntos.
  4. Faça com que seu aluno mesmo em trabalhos em grupo, seja autônomo, ou seja, que cada integrante se responsabilize por participar, pesquisar e produzir, chegando ao trabalho conjunto final após discussão de ideias.
  5. Não desconsidere comentários, desenhos, e outras atividades de cunho subjetivo, pois esta é primeira visão/interpretação do seu aluno sobre o assunto. Ao invés de criticar e classificar como boa ou ruim, oriente-o lançando questionamentos e reflexões que o ajudem a desenvolver uma visão mais ampla sobre o assunto.
  6. Oriente seus alunos a sempre questionar, pois é através da curiosidade, da incerteza e da dúvida que nascem oportunidades mais ricas de conhecimento.
  7. Busque apoio de demais professores para melhor aplicação do projeto, reúna os pais e responsáveis para esclarecer dúvidas sobre o projeto antes e durante a aplicação deste. No fim do projeto, convide a comunidade interna e externa da escola para assistir às apresentações.
Quanto à Avaliação: 


  1. Avalie além do SABER  e do FAZER. Considere a avaliação do seu aluno globalmente, leve em conta seu ATITUDINAL: como eram e como estão as atitudes do meu aluno? como o projeto contribuiu para sua formação como pessoa? 
  2. Valorize a opinião de cada envolvido no projeto.   
  3. Faça da avaliação um exercício para todos: peça que os alunos avaliem o projeto durante e após este, que avaliem seus grupos e os demais grupos, oralmente ou escrevendo, atribuindo estrelinhas (de 1 a 5, por exemplo) ou emoticons (sorridente, satisfeito, ou triste).
  4. Avalie seu trabalho como educador(a), antes, durante e após cada práxis. Anote detalhes e estabeleça metas futuras para melhorar cada vez mais seu desempenho.
  5. Peça para que as pessoas que assistirem às apresentações também avaliem o resultado final do projeto, abrindo espaço para sugestões e críticas para aperfeiçoamento do projeto para uma futura re-edição.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Interagindo com Literatura - Parte 3

Passo 03: ESCOLHENDO AS ATIVIDADES

A partir da escolha, análise e leitura do livro, professor e alunos podem chegar a um consenso, escolhendo atividades lúdicas, diversificadas. O professor deve sempre perguntar aos alunos  as que gostariam de fazer, mas também deve trazer alguma proposta, no caso, para manter o foco em pontos e/ou valores importantes da história.

Atividades como trabalhos escritos podem ser realizadas, mas desde que colaborem para a reflexão e leitura críticas. A simples localização de informações não ajuda no desenvolvimento do pensamento crítico, mas pode ser usada, moderadamente, para que o aluno saiba interpretar e responder questões, além de localizar-se frente ao contexto.

O interessante no trabalho com Literatura é fugir do comum. É pegar o texto e trabalhar "com o espaço".

(Algumas) Estratégias que poderiam ser usadas:

  1. Debate (de alunos e professores, em grupo ou individual, sendo uma forma de avaliar e desenvolver competências linguísticas, interpessoais e sociais).
  2. Releitura do livro ou trecho, com apresentação (desenvolvimento e avaliação de competências linguísticas, interpessoais, cognitivas, interpessoais e sociais).
  3. Atividades artísticas, como peças de teatro (ou teatro espontâneo),  criação de poesias, músicas, painéis e murais ilustrativos, etc.
  4. Seminário apresentando a leitura e debatendo pontos principais.
  5. Dependendo da história, pode-se fazer um Júri simulado, Estudo de caso, Philips 66.
  6. Recontação da história, oralmente, imprimindo ou não visões pessoais (quando narrando a história, o contador pode mudar partes, adaptando a seu público, mas também pode contar como se sentiu ao ler, pelo seu discurso).
  7. Produção de vídeo de curta duração.

domingo, 9 de maio de 2010

Interagindo com Literatura - Parte 2

Após observar o contexto de seus alunos, parte-se para o próximo passo:

PASSO 02: ESCOLHA DA LEITURA

Pare tudo e pense na relevância da leitura para o aluno. Eles podem escolher o livro a ser trabalhado? Tente fazer uma escolha democrática*, apresentando diferentes histórias e pedindo que cheguem a um consenso pelo voto. Sempre leia antes os livros a serem indicados para trabalhar, analise o tema, o tipo de texto e se o livro é ou não adequado para a faixa etária e as características culturais e sociais de seus alunos. É importante que os livros sejam escolhidos (ou separados para escolha) de modo a acrescentar algo à vida dos alunos, deve-se estar atento a quais valores você pretende trabalhar, quais conhecimentos novos e como poderão ser trabalhados. 

Conhecendo bem a história ser trabalhada e o contexto dos alunos é fácil planejar e até mesmo sugerir que os alunos participem da escolha das atividades. Você professor, lendo a história poderá também estimular a leitura de seus alunos, comentando alguns trechos interessantes, perguntando o que acharam, o que perceberam - é um modo de mostrar que você também está lendo e começar a desenvolver a leitura crítica* de seu aluno, que vai começar a ler com mais atenção, a tecer relações entre textos e entre trechos do próprio texto.

Não se esqueça que você professor é uma das referências mais importantes na vida de seu aluno.
Em breve mais passos!

Observações:

Escolha democrática* : Separar os livros que despertaram interesse por parte dos alunos e lomece a ler e analisar tais escolhas, vendo se são ou não adequados para a faixa etária,  como é o vocabulário, qual e como é a abordagem do livros sobre o  tema. Não se limite apenas à realidade do aluno, comece pelo conhecimento mais próximo deste mas oportunize novas descobertas, apresentando conhecimentos novos.

Leitura crítica*: é uma competência que não se remete apenas à leitura de livros. É importante ser um observador crítico também de sua realidade, sua condição como ser humano. Um leitor crítico pensa e reflete sobre suas ações, sabe seus direitos e deveres, seu papel como cidadão.

A questão da Moral: O livro não precisa ter uma moral específica em seu fim. Você professor pode trabalhar Cidadania desde que trabalhe de algum modo a moral dos alunos, a visão deles do que é Sociedade e de seu papel nesta, frente à diversidade, etc.  É mais interessante até pegar um livro sem uma moral pronta, porque você faz com que o exercício de reflexão seja mais relevante nesse processo de leitura crítica.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Interagindo com Literatura - Parte 1

Quando pede-se para o aluno ler, esquecemos que precisamos nos preocupar também com o "gostar de ler", e acabamos assim, seguindo questionários e formulando testes e trabalhos escritos sobre o trabalho. Quando digo "trabalho escrito", não tenho a intenção de ir contra  esse tipo de atividade, pelo contrário, trabalhos escritos são necessários, porém, devem ser preparados e pensados para que o aluno reflita, produza seu próprio texto ou atividade, discuta e questione pontos de vista, isto é, que esta leitura seja rica em oportunizar interpretações e produções diversas e próprias do aluno. Afinal, um leitor se faz quando a leitura é realmente produtiva, de nada vale ler dois ou quatro livros por ano letivo se o aluno não se identificar com a leitura, ser encorajado a ler e produzir. Ler é desafio, é o surgimento de dúvidas, questões, bifurcações, respostas, produções.

Mas, fora o discurso, como poderíamos trabalhar a Literatura sem cair na tradicional forma de avaliação por localização de informações?


PASSO 01: OBSERVE O CONTEXTO


Antes de mais nada, é preciso que o professor leia o livro e observe quais atividades interativas poderiam ser realizadas com a leitura deste.

É preciso também olhar para as facilidades e dificuldades do grupo: se possuem dificuldade em falar em público, se sabem argumentar, se gostam ou não de ler, quais tipos de leitura estão acostumados a lidar...

domingo, 2 de maio de 2010

Aprendizagem e Interação - recapitulando panoramas

A relação entre aprendizagem e interação tende a ser desafiadora mas ao mesmo tempo, amistosa. Toda vez que propõe-se inovações ou simples mudanças, é preciso romper com o que já se tornou rotina. Por exemplo, após a observação de que era preciso mudar por conta de fracasso e evasão escolar, viu-se que novos métodos e técnicas deveriam estar presentes no espaço escolar e que as referentes à corrente Tradicional, que pregavam a memorização, repetição, condicionamento e transmissão de conhecimentos do professor para o aluno, fazendo com que o aluno fosse visto como um agente passivo, em que conteúdos e métodos encontravam-se no centro da aprendizagem, já não davam mais conta das necessidades da própria sociedade. 

A mudança na sociedade faz com que haja mudança na Educação. E a mudança na Educação faz com que a sociedade também se transforme. É uma via de mão dupla. 

A sociedade em que estamos vivendo pede cada vez mais que o conhecimento e o processo de ensino-aprendizagem tornem-se cada vez mais interativos, dinâmicos, pois essa sociedade torna-se cada dia mais dinâmica, mais interativa, baseada no conhecimento e na informação; muitos afirmam que vivemos a Era da Informação. Todavia, a escola não poderia permanecer estática, nem muito menos ser desconsiderada nesse processo social, pois a escola (a Educação) é necessária para que se construa, viva e mantenha a sociedade.

Atualmente busca-se o uso de técnicas e metodologias mais dinâmicas, interativas, buscando não só a interatividade do aluno com o conhecimento-conteúdo, como também sua interação para com os demais alunos, professor e funcionários da escola. Além da Contextualização, que é a abordagem dos conteúdos segundo sua realidade. 

A aprendizagem é contínua, individual e gradativa, por isso a necessidade de conhecer o aluno, conhecer sua origem, seu prévio conhecimento de mundo, suas experiências, sua cultura - seu "background knowledge". Trata-se de partir do local para o global, do simples para o complexo, tal como Comenius, (ou Comênio) Piaget e outros teóricos defendem em suas obras, respeitando o nível de maturação, além do nível de conhecimento do aluno, suas dificuldades e potencialidades, ademais suas características, sendo importante relevar e enfatizar a diversidade e a heterogeneidade na sala de aula e no contexto escolar.

A utilização de jogos, técnicas didáticas como seminários, aulinhas, mesas-redondas, debates, produção coletiva, estimulam o aluno a aprender conteúdos atitudinais (referentes ao SER), conteúdos procedimentais (referentes ao FAZER) e conteúdos conceituais (referentes ao SABER) se forem bem trabalhados. É preciso ter objetivos e metas a serem alcançados e utilizar de atividades diversificadas como ferramentas para construção da aprendizagem e intrumentos avaliativos. 

Além de tornar a aula mais prazerosa e significativa, a interação em ambiente de aprendizagem conduz os indivíduos à troca de experiências e saberes, isto é, à aprendizagem mútua e significativa, facilitando o desenvolvimento da sociabilidade e de valores necessários para desenvolver-se globalmente, progredir nos estudos, na vida, na profissão, em sua participação como cidadão.



Leia mais sobre os teóricos Piaget e Vygotsky e suas teorias sobre interação e aprendizagem! 
Página "Teóricos e suas pesquisas"






 

Filmes para Refletir sobre a Educação

  • A onda (ALEMANHA)
  • Adorável professor (EUA)
  • Além da sala de aula (EUA)
  • Ao mestre com carinho (EUA)
  • Ao mestre com carinho 2 (EUA)
  • Entre os muros da escola (FRANÇA)
  • Escola de Rock (EUA)
  • Escritores da Liberdade (EUA)
  • Legalmente Loiras (EUA)
  • Mentes Perigosas (EUA)
  • Meu mestre minha vida (EUA)
  • O sorriso de Monalisa (EUA)
  • Patch Adams: o amor é contagioso (EUA)
  • Pro dia nascer feliz (BRASIL)
  • Sociedade dos Poetas Mortos (EUA)
  • Vem dançar (EUA)
  • Verônica (BRASIL)

Perguntas interessantes...

Na formulação de atividade interativa no processo de enino-aprendizagem:

- Qual o meu público-alvo?
- Quais as características desse grupo?
- Quais os assuntos que são tidos como mais interessantes?
- Qual interação é mais adequada ao público (faixa etária, série, etc) ?
- Eleger ou propor a atividade?
- Se eleger, fazer por votação ou sorteio?
- Qual meu objetivo inicial nessa atividade?
- A qual(is) matéria(s) estará vinculada?
- Quais os fins da atividade (recreativa? pedagógica?)?
- Quais os recursos que posso utilizar?
- Qual o espaço que posso utilizar?
- Quais etapas inicialmente a atividade possui?
- Qual meu objetivo após essa atividade?
- Haverá avaliação durante esta? Se sim, qual será?